Por um 2008 irreverente

1 01 2008

O Wasabi deseja que, em 2008, você possa finalmente se livrar de tudo aquilo que o aborrece.

Suba na mesa e comemore! Solte a voz e grite com a gente…

 ”I want to break free!”

 

PS: Juro que vou fazer o mesmo. :D





Um mês e contando…

2 12 2007

Quem me conhece bem sabe que destesto a famosa “holiday season” – aquela época miserável do ano onde sobram compromissos e falta tempo para quase tudo… Até mesmo para postar aqui e dormir.

O gritoDa última vez que verifiquei a minha programação, contei:

 - 1 jantar antecipado de Réveillon;

 - 1 festa do povo do meu antigo trabalho;

 - 1 festa oficial do jornal;

 - 1 festa oficial da empresa na qual meu namorado trabalha;

 - 1 aniversário em Curitiba; (esse eu não vou mesmo)

 - 1 festa de Natal em Juiz de Fora;

 - 1 bota-fora de fim de ano do jornal,

 E a lista tende a aumentar nos próximos dias… Socorro!

Gente, que tal distribuirmos essas festas ao longo do ano? Daí ninguém fica atolado e todo mundo pode matar as saudades com calma…

PS: A tela aí acima é O grito, do norueguês Edvard Munch. Saiba mais sobre ele, clicando aqui.





E lá se vão 30 anos…

28 10 2007

Capa do single comemorativo.Em 28 de outubro de 1977, chegava ao mercado britânico o álbum News of  the World, sexto disco do Queen.

Para quem não sabe, são deste álbum dois dos maiores sucessos da banda entre o público “não-die-hard-fan”:

We will rock you – A música escrita por Brian May tornou-se grito de guerra de torcidas na Europa e nos Estados Unidos, rendendo a famosa coreografia de bater palmas com os braços erguidos, acompanhando a batida da bateria. Em 14 de maio de 2002, estreou em Londres We will rock you, o musical. (O qual fui ver em outubro de 2004 e prometo escrever sobre a experiência num post futuro).

We are the champions – Escrita por Freddie Mercury, esta música virou tema quase obrigatório ao final de competições esportivas, formaturas e de todas as outras situações de vitória. Também passou a ser usada para fechar os shows do Queen, sendo a última música executada pela banda antes do hino britânico God save the Queen.

News of  the World tem um setlist bem variado, incluindo blues, balada e rock pesado. Para mim, é um dos melhores e mais ecléticos álbuns do Queen. Também é um dos meus favoritos, tanto pelas músicas quanto pela capa, basta ver a imagem que ilustra este humilde sítio. Se puder, ouça.

Para saber mais:

Resenha da BBC

Resenha do Allmusic.com

News of the World na Wikipedia

Para ouvir:

Sheer heart attack (ótima trilha para dias de fúria)

We will rock you

Para comprar: Single comemorativo





Azedume

22 10 2007

Não costumo conjugar com freqüência o verbo “botecar”. Sim, é aquele mesmo. Aquele de você ir a um bar beber algo e beliscar um petisco com os colegas de trabalho ou com os amigos.

 Um pouco é por preguiça (sempre saio morta do trabalho), reconheço. Outro pouco é por um certo mau humor, admito. A idéia de sair da mesa de um bar “defumada” pela fumaça de cigarro me faz pensar duas vezes antes de aceitar o convite. Enfim… Preciso aprender a ceder às vezes…

E por falar em botecar, vi um anúncio do concurso de petiscos promovido pela Bohemia, o Boteco Bohemia, e juro que fiquei animada em visitar um ou outro concorrente, mas a alegria durou pouco. Bem pouco.

Passeando pelo site do concurso, descobri que (pasmem!) nenhum boteco da Zona Leste de São Paulo entrou na lista dos concorrentes. Como pode?

Não! Não sou bairrista, não tenho problema de atravessar a cidade quando quero ir a algum lugar… Quem mora em São Paulo está mais do que acostumado com a distância. O que não engulo é o fato de nenhum estabelecimento da Zona Leste ser citado no concurso. Será possível que não há sequer um único bar capaz de representar a famosa ZL no concurso?

 Ou será que o povo responsável pela lista de indicados não foi capaz de visitar essa região da cidade? Será que não existe um único bar na Mooca ou no Tatuapé ou em outro bairro da região que não mereça entrar na lista? Será que não há vida para as bandas da ZL? Ou será que o povo responsável pela lista pertence àquele grupo incapaz de estender os olhos para os lados da Radial Leste?

Bem. O fato é que, se antes eu raramente bebia Bohemia (apesar de ser uma das pouquíssimas cervejas nacionais que vão para o meu copo), agora, não bebo mais dessa marca. Não que isso vá fazer alguma diferença para a Humanidade, mas é a minha maneira particular de protestar, de mostrar que não dá para a acreditar que uma região tão grande da cidade tenha ficado de fora.





Indulge yourself

11 07 2007

O que você fez de bom por você hoje? Vamos lá… Responda.

Ok… Vou mudar a pergunta… O que você fez de realmente bom por você nos últimos tempos? Vamos, responda.

Não consegue se lembrar? Hum… Isso é ruim. Muito ruim.

Bem. Naquele vídeo Wear Sunscreen (se ainda não viu, você pode encontrá-lo no YouTube, é só procurar), tem uma frase de que eu gosto muito… “Do one thing every day that scares you.”

Sim! Não interessa qual é a sua tradução preferida para essa frase. O que realmente conta é… Faça algo extraordinário a cada dia.

Não interessa se ninguém liga para você, se o seu chefe é um mala e se a síndica do seu prédio quer colocá-lo para fora… Faça algo realmente surpreendente por você.

E se você está sem idéias sobre o que fazer e se aceita uma sugestão de restaurante, vá jantar no Terraço Itália!

Ok! É caro, sim. (Um jantar para duas pessoas custa, em média, R$ 280 sem bebidas alcoólicas). Mas vale cada centavo investido… A comida é saborosa, o serviço é de primeira, a luz do salão é baixa (e há uma pequena lamparina em cada mesa) e a vista… Ah! A vista… A vista é um espetáculo à parte.

Localizado no 41 andar do Edifício Itália (o segundo edifício mais alto da cidade, o primeiro é o Mirante do Vale, na Av. Prestes Maia), o restaurante oferece uma vista única de São Paulo. Basta dizer que, entre a sua mesa e o vazio, existe somente uma parede de vidro. Apenas vidro. Do teto ao chão.

Lá fora, São Paulo cintila iluminada pelas imponentes torres da Paulista e por milhares de lâmpadas faiscantes. São Paulo vista à noite, de uma das mesas do Terraço Itália, se parece com um imenso manto de veludo negro salpicado de pequenos diamantes. Uma visão que chega a ser comovente de tão bonita.

É claro que, se você for acompanhado, o jantar será bem melhor. (Deve ser um bocado difícil não ter com quem comentar a vista…) Mas, se você não tiver companhia, vá assim mesmo. O lugar é perfeito para aquelas situações chamadas de “especiais”, mas não há nada que impeça uma ida ocasional. (Oras… Todos os dias são especiais. :-P )

O menu, assinado pelo Chef Giancarlo Marcheggiani, inclui antepastos, risotos, peixes, aves, carnes e, como é de se esperar de todo bom restaurante italiano, massas. Para beber, água mineral, sucos, refrigerantes (por favor, não estrague a sua refeição com eles), espumantes e vinhos. Na dúvida sobre qual vinho escolher, veja a sugestão indicada para cada prato no próprio menu.

Durante a nossa visita, esta escriba comeu antepastos, um risoto de cogumelos porcini com cubinhos tenros de galinha d’angola (cremoso, al dente e de sabor muito mais suave do que o do tradicional risoto de funghi) e, de sobremesa, um delicado creme de gianduia com pistache (para quem ainda não pôde provar, vale dizer que a combinação gianduia + pistache é estupenda) e coulis de morango. Bebida: água mineral Prata sem gás gelada (a nossa preferida entre as águas minerais nacionais).

Ao fundo, como trilha sonora, piano ao vivo alternado com um CD de árias na voz de Luciano Pavarotti.

Magnífico.

Por esses e por outros inúmeros motivos que não cabem aqui, este foi, até hoje, o melhor jantar que esta escriba já teve.

Se você está em São Paulo ou se vai para lá, recomendo um jantar no Terraço Itália. Mesmo que seja uma única vez. O seu paladar e os seus olhos vão agradecer.

Para saber mais sobre o restaurante, visite a página oficial do Terraço Itália: http://www.terracoitalia.com.br/

 PS: Uma dica. O ambiente é tranqüilo e inspira a contemplação da vista. Se quiser levar a sua câmera para fotografar a cidade, tudo bem. Mas deixe para tirar fotos na área externa (sim! há um mirante externo). Assim, você não incomodará as demais pessoas e não correrá o risco de ter uma foto com um belo reflexo de flash nas paredes de vidro.